quinta-feira, 7 de maio de 2009

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: Retrospectiva - 2008 - Formandos .E.E.M. CARMEM MENEZES DIREITO.

Formandos 2008 - Saudades...








Homenagem a profª. Lúcia. Atualmente adjunta da UE.




Há Momentos...


Há momentos na vida em que sentimos tanta falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.

Seja o que você quer ser,porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.

Dificuldades para fazê-la forte.

Tristeza para fazê-la humana.

E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.

Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.

Para aqueles que se machucam.

Para aqueles que buscam e tentam sempre.

E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhanteé baseado num passado intensamente vivido.

Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.

A vida não é de se brincar

porque um belo dia se morre.

Clarisse Lispector
Direção: Profª. Claudia Lúcia O. da Silva
Diretora Adjunta: Profª Lúcia D. L. O. do R. Barros

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: SUBPROJETO CIEP 496 – MUNICIPALIZADO MAESTRO FRANCISCO MIGNONE

Rua Kaisser Abraão, s/nº Bairro: Monte Serrat
CEP: 23.810-560 – Itaguaí/RJ

Direção Geral: Claudia Valéria B. S. Mattos
Diretora Adjunta: Edna Campos Vanderley



Sustentabilidade
“Contagiando o mundo com o que temos de melhor”






INTRODUÇÃO


No dia 28/02/08 a nossa unidade escolar realizou uma assembléia para reestruturar o Projeto Político Pedagógico. Após ampla discussão envolvendo alunos, pais, responsáveis, docentes e funcionários, a escola decidiu continuar com a temática “Escola-família e comunidade: uma integração com responsabilidade”. Reconhecendo a amplitude e complexidade do tema, utilizaremos um subprojeto com a duração de dois anos (2008/2009) visando através da parceria escola e comunidade, levantar alguns problemas de ordem ambiental, social e individual que contribuem para os problemas enfrentados pelo planeta;

2. SUBPROJETO

Sustentabilidade
“Contagiando o mundo com o que temos de melhor”

3. JUSTIFICATIVA



"Hoje, a transição para um futuro sustentável, já não é um problema técnico ou conceitual. É um problema de valores, vontade política e liderança." Frtijof Capra

Os benefícios que recebemos da terra são um patrimônio de toda a humanidade. A forma de utilização deve estar subordinada a regras de respeito às condições básicas de vida no mundo, dentre elas a qualidade de vida de quantos dependam desses bens e do espaço do entorno em que eles são extraídos ou processados. Necessitamos cuidar, portanto, para que o uso que fazemos dele seja conservativo, isto é, gere o menor impacto possível e respeite as condições de sustentabilidade, de máxima renovabilidade possível de recursos.
A sociedade moderna está consumindo cada vez mais recursos naturais e na mesma velocidade polui em níveis alarmantes. As estatísticas demonstram que estamos próximos de um colapso ambiental com conseqüências para nós e as futuras gerações. O problema do desmatamento, da pesca predatória, a contaminação dos rios e o aquecimento global, são alguns dos maiores problemas que merecem uma ampla discussão.
Do ponto de vista pedagógico desejamos que o tema “Sustentabilidade” se incorpore ao cotidiano escolar por intermédio das áreas do conhecimento e não apenas se mantenha como um tema excepcional em atividades comemorativas. O esforço se faz na direção de trabalhar para que as áreas/disciplinas não incluam burocraticamente conteúdos de sustentabilidade nas suas aulas. Trazer à tona o tema sustentabilidade é um desafio porque muito embora as pessoas comentem sobre o assunto, pouco se tem feito. Contudo, a educação é uma força de transformação. A aprendizagem é mudança de comportamento. Então, é importante disseminar uma cultura de atuação em que todos possam usufruir igualmente dos avanços tecnológicos e das dádivas da natureza. Através da conscientização, as pessoas, a sociedade, as empresas poderão viver e desenvolver seus negócios sem causar tanto prejuízo ao meio ambiente, assim como também, desenvolver uma melhoria nos padrões de vida deixando de lado o supérfluo.
Pensando na importância desta temática e utilizando-se da escola como via de reflexão, discussão e conscientização, a equipe escolar em colaboração com alunos, pais e comunidade, destacam para os próximos anos (2008/2009) o tema: Sustentabilidade “Contagiando o mundo com o que temos de melhor”. Precisamos resgatar no espaço escolar uma educação para o pensar. Para isso, o CIEP se apropria de um tema escolhido pela sua própria comunidade onde através de um amplo debate sobre as nossas necessidades e um correto entendimento de que precisamos prover para as futuras gerações queremos garantir, antes de qualquer coisa, que a fome, a pobreza e a miséria estejam afastadas definitivamente do planeta.



PLANO DE AÇÃO

SUBPROJETO
SUSTENTABILIDADE: CONTAGIANDO O MUNDO COM O QUE TEMOS DE MELHOR

OBJETIVOS
Levantar alguns problemas de ordem ambiental, social e individual que contribuem para os problemas enfrentados pelo planeta;
Refletir sobre o modo de vida e o modelo econômico apontando algumas atitudes desnecessárias que causam problemas para a vida e o planeta;
Identificar algumas mudanças de hábitos no interior da escola e na comunidade para ajudar na melhoria do ambiente.

TEMAS SUGERIDOS PELA COMUNIDADE

VALORES
MEIO AMBIENTE
RESPEITO

PERÍODO
· Fevereiro a dezembro
ANO
· 2008/2009

CENÁRIO
· Alunos, pais, professores, funcionários e comunidade

PÚBLICO-ALVO
Comunidade escolar e Membros do Conselho Escolar


TEMA

SUSTENTABILIDADE
METAS RELATIVAS A ATIVIDADE EXTRACLASSE:
Trabalho de reciclagem;
Visita a empresas que realizem atitudes inovadoras para o mundo sustentável;
Participação da Agenda 21
Passeios de ordem ambiental;
Questionário com a comunidade;
Palestra para funcionários e comunidade.


METAS RELATIVAS A ATIVIDADES EM SALA DE AULA:


Apresentação do tema Sustentabilidade;
Pesquisas;
Discussão;
Elaboração de mural, feira etc.


RESULTADOS ESPERADOS


Durante os onze meses de trabalho, a escola espera neste primeiro ano, trabalhar o respeito e atitudes de cooperação com a natureza, identificando como podemos contribuir com nossas atitudes sem causar tantos danos ao meio ambiente e ao próximo.

CRONOGRAMA
Mês
Atividade
FEVEREIRO

Reunião com a comunidade escolar
MARÇO
Sensibilização na escola
ABRIL
Tema: Gentileza gera Gentileza
MAIO
Chá Literário da Gentileza EJA
Show do Meio Ambiente
JUNHO
Gincana : Gentileza gera gentileza 1º e 2º segmento
Projeto: Plantas que curam (4º ano de escolaridade)
Projeto Reciclar para preservar (5º ano de escolaridade)
Mostra de Ciências (2º segmento)
Responsabilidade ambiental – aula passeio 4º ano de escolaridade
JULHO
Continuação dos projetos...
AGOSTO
Palestra Saúde bucal
SETEMBRO
Projeto Alimentos orgânicos - Oficinas
OUTUBRO
I MOSTRA DA SUSTENTABILIDADE 1º e 2º segmento
NOVEMBRO
AÇÃO DE GRAÇAS: Obrigado pela Natureza!
DEZEMBRO

AVALIAÇÃO DO SUBPROJETO

Acontecerá mediante reuniões e etapas que encerrarão as atividades para uma possível (re) elaboração das ações com toda a equipe escolar e comunidade;
Ocorrerá através de questionários referentes às atividades que servirão de termômetro para sua continuação;


Direção Geral: Claudia Valéria B. S. Mattos
Diretora Adjunta: Edna Campos Vanderley

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA:CIEP 496 MUNICIPALIZADO MAESTRO FRANCISCO MIGNONE

Rua Kaisser Abraão, s/nº Bairro: Monte Serrat
CEP: 23.810-560 – Itaguaí/RJ






"A ESCOLA PARTICIPATIVA E O TRABALHO DO GESTOR ESCOLAR"



Os processos intencionais e sistemáticos de se chegar a uma decisão e de fazer a decisão funcionar caracterizam a ação que denominamos gestão é a atividade pela qual são mobilizados meios e procedimentos para se atingir os objetivos da UE, envolvendo, basicamente, os aspectos gerenciais e técnicos administrativos. Nesse sentido, é sinônimo de administração.




A direção é um princípio e atributo da gestão, mediante a qual é canalizado o trabalho conjunto das pessoas, orientando-as no rumo dos objetivos. Basicamente, a direção põe em ação o processo de tomada de decisões na organização, e coordena os trabalhos, de modo que sejam executadas da melhor maneiras possíveis.



Direção Geral: Profª: Claudia Valéria B. S. Mattos


Diretora Adjunta: Edna Campos Vanderley
Unidas por uma GESTÃO de QUALIDADE.



Definindo Projeto - 2009












Segundo Gadotti (2000), a gestão escolar democrática da escola implica que a
comunidade, os usuários da escola, sejam os seus dirigentes e gestores e não apenas os seus fiscalizadores ou, menos ainda os meros receptores dos serviços educacionais.


Orientadora da U.E. Claudia Saad executando uma das etapas do PDE junto a comunidade.



Dramatização dos Educadores aos responsáveis.



Bravo!!!!!!!!!

A pergunta foi: Quem gostaria de participar do Conselho Escolar na UE??

Gratificante esse momento...



Reflexão sobre o plano de desenvolvimento da Escola (PDE)


Orientação - Adjunta - Edna Campos Vanderley


O PDE serve para auxiliar as escolas a se organizar de maneira eficiente e eficaz, com a melhor concentração de esforços e recursos para reverter:

Os índices de repetência,abandono escolar e má qualidade da aprendizagem.


Palestra da Drª. Vanderléia Cristina de Oliveira

Coordenadora da SMEC.


Mostra de imagens sobre o aterro controlado.

Centro de estudo - Primeiro Segmento



Centro de Estudo Segundo Segmento.



Mães do Conselho Escolar - 2009 - Comunidade



Apresentação dos alunos representantes do 1º segmento



Dramatização da crônica desenvolvida em diálogo pelos professores do 1º e 2º segmento.


O LIXO: CRÔNICA DE LUIZ FERNANDO VERÍSSIMO.


Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.
- No seu lixo ou no meu?




Direção Geral: profª: Claudia Valéria B. S. Matto


Diretora Adjunta: Profª Edna Campos Vanderley

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: E. E. Municipalizada Taciano Basílio.

Ata do Conselho Escolar - 2009


Em oito de abril de dois mil e nove dando continuidade as nossas atividades e agora sinto que melhor a cada dia, porque nossa Unidade Escolar foi uma das privilegiadas com o “Programa Tempo Integral”, oferecendo aos nossos alunos atividades pedagógicas e esportivas, além da alimentação reforçada elaborada por nutricionistas proporcionando um melhor desenvolvimento físico e mental. Realizamos nossa primeira reunião desse ano letivo em 8 de abril de 2009 com a finalidade de substituir alguns membros desse conselho, como representante dos docentes e representante administrativo por motivo de mudança. Onde a professora Giovanna será substituída pela professora Marilene Távora da Costa e administrativo Walmir de Oliveira por Clarete de Oliveira Teixeira. Aproveitamos para montar o cronograma de nossas reuniões desse ano letivo, sendo que poderá sofrer alterações. Em 16/04, 07/05, 10/06, 10/07, 07/08, 11/09, 09/10, 06/11 e 11/12 no horário das 14 horas. Onde pretendemos continuar com o Projeto “Fazendo com amor” e terminar de montar nosso pequeno livro de receitas ou melhor dizendo uma cartilha partilhando nossas habilidades culinárias. Esse ano também estamos sendo agraciados com a reforma e ampliação de nossa Unidade Escolar, um sonho de anos e nesse ano abençoado governado por pessoas que realmente fazem a diferença como a nossa Secretária de Educação Andréia Cristina Busatto e equipe e o nosso prefeito Charlinho que por sua vez está bem assessorado. Vamos ver nosso sonho virar realidade. Quando digo nosso é porque alunos,funcionários, comunidade e eu como dirigente nesta Unidade há nove anos. Essa reunião durou um pouco mais do que de costume, mas valeu a pena, falamos também sobre o projeto Ecologia que será de grande importância para todos. Logo após encerramos com a leitura e assinatura dos presentes membros do Conselho Escolar.






"ESCOLA PARA VIDA"





Artesanato: Momento especial de criação!!!










Artesanato: Páscoa!!! É VIDA!!!!!





Horta!!! Coisa séria em nossa comunidade.



Mão na massa!!!! Membro do Conselho Escolar.



Nossos alunos.


Capoeira: A capoeira é uma alternativa interessante para este fim ao se
considerar que esta modalidade é oriunda da cultura popular e que carrega consigo um
exuberante acervo de informações, uma riqueza simbólica e seus movimentos.




Capoeira: A capoeira foi criada pelos escravos africanos no período colonial brasileiro.



Coral: A importância da vivência musical da criança dentro e fora da escola.


Antigamente as crianças brincavam na rua. Cantávamos desde muito pequenos estimulados por mães, pais e avós. As parlendas faziam parte da vida de qualquer bebê, que desde cedo sentia o ritmo das palavras e dos movimentos como em “serra, serra, serrador, quantos papos já serrou?...” Ou “rei, capitão, soldado, ladrão...”. Depois, as amarelinhas, que trabalhavam além do ritmo, a coordenação motora, o equilíbrio. As canções e rodas que faziam parte do repertório das brincadeiras incitavam ao canto, trabalhando a afinação, o ritmo e a dança. Pular corda, ritmo novamente, esse ritmo tão indispensável para uma vida adulta mais coordenada em todos os sentidos. Fora da escola, como se sabe, todas essas brincadeiras já não são exercitadas. Na escola, a preocupação maior fica por conta do português, da matemática, dos cadernos cheios de exercícios desde os das crianças da mais tenra idade...Se todos soubessem que através da música essa aprendizagem seria melhor e mais agradável...



O horário integral em nossa U.E. visa aprimorar o intelectual e a cultural de nossos alunos. sendo benéficas também ao corpo e à saúde trabalhando seus aspectos motor, afetivo e cognitivo. Este trabalho garantirá aos beneficiados uma construção de aprendizado muito mais ampla onde o tempo será bem aproveitado para estudar e brincar.






Música


Utilizando-se desse tempo adicional concedido pela SMEC pela prática da Educação Integral, procuramos em nossa UE, formar o cidadão, aberto em uma identificação das práticas sociais corretas do ponto de vista moral e ético da sociedade, através da convivência harmoniosa e enriquecedora com os seus pares, guiado por uma proposta pedagógica bem elaborada e eficaz.
Saber aonde se quer chegar. O professor tem que realmente saber o que está fazendo e o que quer. Tem que ter amor, senso prático e estético, amor, cultura geral, amor, conhecimento profundo do que está ensinando, amor, conhecer as crianças, conhecer o ser humano, amar, amar, amar...


Por: Diretora / Profª: Fábia Teixeira da Conceição

SMEC-ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: A importância da participação da comunidade na U.E


JARDIM DE INFÂNCIA MUNICIPALIZADO MONTEIRO LOBATO.
Rua são Domingos, n° 922 - São José - Itaguaí
CEP: 23811-000


DIREÇÃO: PROFª - CLÉIA MACHADO FALEIRO


ALUNO:
NEI DE MORAIS PEREIRA JUNIOR (Digitador)
TUTOR:
Ezequiel Antônio Rezende Pereira Neves



É de fundamental importância à participação da comunidade, para proporcionar o bom rendimento dos alunos, para a preservação do espaço físico da escola e do ambiente em geral;
Como estratégia de mobilização social para a melhoria da gestão democrática e também para o sucesso dos projetos desenvolvidos nas Unidades Escolares.
Sendo a comunidade um fator fundamental que devemos conquistar, conscientizar e cativar, porque da sua interação dependerá o sucesso da educação, que é formar cidadãos críticos e plenamente conscientes de seus direitos e deveres.
Temos o compromisso de trabalharmos de mãos dadas com a comunidade e para tanto não deveremos medir esforços em promover e estimular qualquer tipo de participação. Podemos concluir, que quando se instala a gestão democrática, as respostas adequadas para lidar com pessoas diferentes e idéias divergentes surgem no cotidiano.
Só se aprende a participar, participando mas não por adivinhação, nem porque o grupo, só por ter se organizado., já tinha sabedoria implícita. As respostas surgem por que o que fica “no meio da roda”, ou no foco da atenção do grupo, é um problema de todos, que precisa ser resolvido. Na busca de soluções combinam-se as contribuições e fortalece-se a interação do grupo. Aprende-se também a explorar possibilidades, a respeitar e expandir limites, a buscar alianças e parcerias; daquilo que for decidido, cada um responde por seu pedaço nesse percurso, a comunidade escolar avança na conquista da cidadania, pois percebe e vivencia direitos e deveres, ampliando essas possibilidades para situações fora da escola.
Em conjunto, consegue-se resolver mais adequadamente problemas como a democratização do acesso. A reprovação evasão. As soluções surgem mais rapidamente quando a comunidade entra na escola; questões de vagas e critérios e a repetência e evasão tratadas em conjunto pela escola e pelas famílias, podem diminuir.
A comunidade percebe a relação entre gestão participativa e ensino de qualidade . Ao longo do processo, vão se envolvendo com o processo pedagógico. As famílias começam a perceber melhor o que seria um bom atendimento escolar, a escola aprende a ouvir sugestões e aceitar influências.
Quando a escola instala a gestão participativa os pais são muito presentes.
A aprendizagem mútua fortalece a conquista da autonomia da escola.



Feedback de Tutor


"Gestão democrática e participação da comunidade"


por
Ezequiel Antônio Rezende Pereira Neves (tutor - Conselho Escolar)

Nei!!!

Começamos com tudo!!!

O que você nos apresenta é de grande valia para a compreensão de nossa temática.Participação e democracia são indissociáveis e as duas juntas são fundamentais na construção de cidadãos que poderão mudar os rumos do país!!!

Valeu!!!

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: Gestão Democrática e Participativa -Por NEI DE MORAIS PEREIRA JUNIOR



JARDIM DE INFÂNCIA MUNICIPALIZADO MONTEIRO LOBATO.

Rua são Domingos, n° 922 - São José - Itaguaí

CEP: 23811-000

DIREÇÃO: PROFª - CLÉIA MACHADO FALEIRO




ALUNO: NEI DE MORAIS PEREIRA JUNIOR (Digitador)





Nossa Unidade Escolar para exercer sua função com competência, assumindo compromisso político com os alunos, a escola, antes de tudo, precisa conhecer a sua realidade e saber o que representa para todos os que a procuram e também os que não a procuram.
Estão matriculados em nossa escola crianças pertencentes aos diferentes segmentos da sociedade, portadoras, portanto, das aspirações próprias de seu grupo social. As crianças mais favorecidas economicamente encontram na escola, um prolongamento de seu lar. Entre outros fatores, é forte a identificação com o professor em geral, um representante da mesma classe social. Trazendo conseqüências benéficas para os alunos que falam sua linguagem, compartilham seus costumes, hábitos e valores. Uma outra vantagem se refere ao ambiente físico: não estranham o uso de mesas, cadeiras, produtos de higiene, pratos, talheres e outros elementos com os quais lidam diariamente: livros, revistas, jornais, papel, lápis, tintas, pinceis, dentre outros, são bem conhecidos dessas crianças. A escrita e a leitura fazem parte de seu cotidiano familiar, sendo usadas com muita freqüência. Quando chegam a escola, já dominam, com certa facilidade, quase tudo que é exigido delas. As próprias conversas giram em torno de suas experiências de vida.
Esta. Porem, não é a realidade de todas as nossas crianças. Para algumas a sua primeira socialização se dá num ambiente socioeconômico e cultural bem diverso, normalmente, a escola representa para elas um local hostil, onde vivem muitos conflitos. Seu vocabulário é considerado pobre e restrito, as crenças, os valores, enfim, de seus familiares é lida como inferior e, mesmo, vista com desconfiança. Os conhecimentos que desenvolveram não são “apropriados para as atividades escolares”. Seus pais e familiares não são reconhecidos como capazes de opinar e participar das questões educacionais, tudo o que já aprendeu conhece e sabe fazer é rejeitado como inútil, não é difícil concluir que se sinta uma pessoa inferior. A escola, partido desse ponto para a reflexão preocupa-se na hora de construir seus planejamentos, tentar refletir sobre essas questões será avançar um passo significativo no sentido de clarificar o compromisso político da escola que só poderá ser verdadeiramente democrática quando estabelecer como prioridades:
· Resgatar a auto-estima das crianças socialmente marginalizadas:



· Reconhecer que sua cultura pode ser diferente, mas não inferior;



· Utilizar seu saber como ponto de partida para avançar mais;



· Garantir-lhes, como ponto de chegada, a apropriação do acervo cultural da


humanidade, restrito, até então, às camadas economicamente mais favorecidas;



· Não permitir que limitações de ordem sócio econômicas sejam empecilhos para o ingresso e permanência das camadas populares nas escolas;

Estar comprometido, politicamente com as crianças é estar ao seu lado na luta pelo direito ao acesso a escola, oferecendo-lhe condições para que nela permaneçam e usufruam todo saber que lhes é devido.



É notório em nossa escola de Educação Infantil a preocupação com perguntas desta natureza na hora de construir seus planejamentos. Considerando-se as particularidades da faixa etária compreendida entre 4 e 6 anos e suas formas especificas de aprender criou-se categorias curriculares para organizar os conteúdos a serem trabalhados. Esta organização visa abranger diversos e múltiplos espaços de elaboração de conhecimentos e de diferentes linguagens, a construção da identidade, os processos de socialização e o desenvolvimento de autonomia das crianças que propiciam, por sua vez, as aprendizagens consideradas essenciais. Os âmbitos são compreendidos como domínios ou campos de ação que dão visibilidade aos eixos de trabalho educativo para que o professor possa organizar sua prática e refletir sobre a abrangência das experiências que propicia as crianças.



"Feedback do tutor"


Ezequiel Antônio Rezende Pereira Neves



Valeu Nei!!!


Sua escola está muito avançada em comparação a grande maioria das escolas no Brasil!!!! Parabéns pelo trabalho de vocês.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: HISTÓRICO DA E.M. AMAURI FERREIRA E SUA EQUIPE.

Diretora Erigleide da Costa Barros Melo.


Coordenadora Pedagógica
Wilma Regina Freitas Barros


DOCENTES SEGUNDO TURNO.

APOIO E MERENDEIRAS.

EQUIPE TÉCNICO ADMINISTRATIVA.

DOCENTE PRIMEIRO TURNO
"Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares"
Em busca de uma Educação de Excelência.
"Educar para transformar"

“Tudo o que a gente puder fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola, e dentro da escola, no sentido de participarem, de tomarem um pouco o destino da escola na mão, também. Tudo o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda, considerando o trabalho imenso que se põe diante de nós que é o de assumir esse país democraticamente.“
(Paulo Freire)

INTRODUÇÃO

“Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.”
(Paulo Freire, 1996)

A intenção da comunidade escolar no presente documento é repensar suas práticas pedagógicas e propor metas para agir no presente, na realidade que muitas vezes nos impulsiona a crescer através das lutas.
As práticas pedagógicas de hoje, não podem basear-se em pensamentos de outrora, até mesmo porque, as relações de trabalho, as atividades de lazer e cultura não são mais as mesmas. A escola está inserida num todo social que se transforma rapidamente. E por esse motivo precisamos compreender estas transformações e devemos propiciar o desenvolvimento de cidadãos que saibam interagir conscientemente neste mundo.
Por um bom período de tempo, achava-se que a criança ao chegar à escola era semelhante a uma folha em branco, que bastava lhe transmitir alguns conhecimentos que se tornava uma nova pessoa. Atualmente, temos a certeza de que ao chegar à escola, a criança já possui uma bagagem enorme de vivências, experiências tais que poderão contribuir ou prejudicar o seu desenvolvimento na escola. Então para isto, não basta o educador lhe transmitir conhecimento, “lhe dar o peixe”, mas se faz necessário contribuir para a formação deste sujeito crítico e autônomo, capaz de tomar suas próprias decisões, “ensinando a pescar.”
Muitos desafios estão por vir, através da sistematização do Conselho Escolar, com certeza, este é um ponto primordial para garantir a efetiva participação das comunidades escolares na gestão da escola, pata que tenhamos qualidade na educação, que garanta a “participação” de todos, ter condições de levar a escola a encontrar seu verdadeiro caminho, isto porque a construção coletiva que vem se criando, pressuposto da democracia, articula as diferentes vozes dentro da própria escola, na construção de diálogos necessário ao homem que se quer mais humano e mais justo.

“Os homens fazem sua própria história, mas não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado.”
(Karl Marx)

Caracterização da instituição.


Histórico da Instituição.

A Escola Municipal Amauri Ferreira foi inaugurada em 01/03/1982. Situada na Rua Adalgisa Lemos S/N, em Vila Geni, no Município de Itaguaí, Rio de Janeiro.
Atualmente com 376 alunos matriculados, da Educação Infantil ao Ensino Fundamental - 1º segmento, totalizando 16 turmas, 46 funcionários, divididos em dois turnos de funcionamento.
O nome dado à instituição foi em homenagem a um morador de Coroa Grande, muito estimado pela comunidade.
Patrono: Amauri Ferreira.
Brasileiro, nascido em 26 de setembro de 1948, em Coroa Grande, Estado do Rio de Janeiro. Filho de Francisco Ferreira e Sebastiana Ferreira.
Toda sua vida foi dedicada à Coroa Grande. Estudou na Escola Estadual Professora Maria Isabel do Couto Brandão, concluindo o antigo 1º grau.
Amauri Ferreira era uma pessoa de fácil comunicação e suas atividades principais eram a caça e a pesca. Faleceu em 09/09/1979, em um acidente, este fato deixou uma grande lacuna entre seus familiares, amigos, que lembram e respeitam a pessoa que foi.
A Escola Amauri Ferreira, vem desde sua inauguração buscando desenvolver uma prática educacional norteada pelo trinômio participativo composto pela escola e comunidade e aluno.
Para viabilizar a “participação” dos componentes deste trinômio, adotamos as seguintes estratégias:

1 Compreender e respeitar as características da comunidade onde a escola está localizada.
2 Desenvolvera cultura de “Amigos da Escola” onde a comunidade participa efetivamente na dinâmica escolar.
3 Promover junto à comunidade palestras tanto com os temas educacionais, quanto com os temas envolvendo saúde, comportamento e outros de interesse coletivo.
4 Integrar tema (ecológico) na pauta escolar, pelo fato da escola estar situada em uma área carente.
5 Desenvolver um trabalho esclarecedor sobre um dos papéis predominantes da escola, enquanto instituição pública, mostrando que a educação e a valorização da história real, é um dos caminhos para se iniciar o exercício de cidadania, pois a partir da história individual que se forma e constrói a história social.

Dados e informações sobre a realidade Sócio-Cultural:

Estamos localizados em uma região com muitas características próprias, onde o ruralismo mescla-se com atividades de pesca. A comunidade onde a escola se localiza é carente e sofre com a mais dura seqüela da globalização, o desemprego.
A escola desenvolve trabalho de conscientização na comunidade mostrando que a educação é um dos caminhos para se iniciar o exercício da cidadania.
Atualmente, há uma esperança para os moradores de Itaguaí, principalmente os que moram no entorno do porto. Com a abertura do porto a outras atividades comerciais, assim como a possível construção de uma plataforma do pólo petroquímico nesta região, haverá uma necessidade maior de mão-de-obra.
Quando se fala de mão-de-obra, logo nos vem à mente a palavra “capacitação.”
Será que o município de Itaguaí, possui mão-de-obra qualificada para suprir as carências do mercado? Talvez existam poucas pessoas que se encaixam nos perfis desejados. Por este motivo é dever da escola e necessidade da comunidade local recuperar o tempo perdido, desenvolver atividades que contribuam para a escolarização da população e crescimento do município. Uma das formas que a escola possui de contribuir com esta finalidade é a de manter um ensino de qualidade.

Local: característica comunitária.


A Escola Municipal Amauri Ferreira, fica próxima a rodovia Rio - Santos. Esta proximidade nos traz pontos positivos e negativos. Um dos pontos positivos é a facilidade de locomoção. No entanto, existe um ponto negativo, que é preocupante, o perigo que a rodovia oferece aos pedestres alunos, pais, funcionários, motoristas, etc.
Em relação a atividades de lazer e cultura, a comodidade queixa-se muito. O único atrativo é o litoral, as praias que seguem a rodovia. Não há espaços de lazer, nem incentivo à cultura local. Esta situação afeta diretamente à clientela da escola, que não tem perspectivas de mudança e só tem acesso a alguns tipos de informações através da televisão, que hora educa e deseduca ao mesmo tempo.
A falta de infra-estrutura no bairro, assim como a presença constante de caminhões, também causa um grande prejuízo à comunidade. As ruas não são pavimentadas e os veículos estragam as tubulações de água, criam buracos e trazem perigo à comunidade escolar.
Diante de todas estas características a escola tem um papel muito importante e de grande responsabilidade diante desta localidade. Não podemos nos conformar e se acomodar com a realidade existente, devemos contribuir para que a mesma se modifique, é só acreditar... Que através da Educação a mudança aconteça.

Perfil do corpo discente:

Nosso aluno é formado basicamente de crianças que moram nas redondezas da escola, nos bairros de Brisamar, Vila Geni e Coroa Grande.
Durante o dia estudam crianças de 4 anos de idade a 15 anos, incluindo as crianças portadoras de necessidades educacionais especiais.
Os alunos, em sua grande maioria são pessoas carentes, em muitos sentidos, resultado do meio em que vivem e da forma como reagem sobre este meio. Há alunos agressivos e revoltados por conta da vida que levam, outros que superam esta dificuldade e lutam por condições mais dignas de sobrevivência.
Encontramos, entre nossos alunos alguns casos de crianças que necessitam de acompanhamento médico especializado. Quando o fato é detectado, procura-se encaminhar para órgãos competentes, fazendo um acompanhamento cotidiano das evoluções e orientando a família como o tratamento e seu comprometimento. Em muitos casos, vimos que não há uma colaboração para que o tratamento do aluno tenha sucesso. Infelizmente, caso esta situação se afirme, é preciso entrar em contato com o Conselho Tutelar e outros órgãos a fim de que o direito à saúde da criança não seja negado.

Recursos disponíveis:
1- Condições físicas
2- Problemas de oferta

O recurso humano é o que a escola mais possui, formado por trabalhadores concursados ou contratados pela Prefeitura Municipal de Itaguaí, e ainda por voluntários da comunidade, estagiários.
Os recursos didáticos que a escola possui, são de granmde valia porque os professores funcionando como suporte pedagógico para o bom desenvolvimento dos projetos e atividades escolares. Eles têm aumentado por conta do Programa de Alfabetização (Alfa e Beto.) Os mais comuns são:

2 Livros didáticos;
3 Cartazes;
4 Fantoches;
5 Livros paradidáticos.
6 Jogos Educativos
7 CDs e DVDs


* E do Programa ABCD, como também a disciplina de Educação Preventiva, veio com objetivo de resgatar o comportamento, os bons hábitos educativos, valores familiares e costumes.

Com todo esse material didático, a criação e confecção de material alternativo não deixa de ser realizada entre professores e alunos, em busca do concreto para uma educação eficaz.
Como já citamos anteriormente, as vagas que a escola oferece não atende toda a demanda, devido às condições físicas.
Os alunos, principalmente nas séries iniciais, não são muito assíduos. O que exige da equipe pedagógica um trabalho constante no sentido que o quadro se reverta. Este trabalho é realizado através do acompanhamento do educador. Comunicando-se com os responsáveis através de correspondências e participações, em alguns casos do Conselho Tutelar.

Sistematização da Ação Pedagógica, influência e conscientização do Conselho Escolar na Comunidade.

Nossa proposta pedagógica visa a transformação, tem como prática principal o processo ensino – aprendizagem, o que se realiza através da responsabilidade coletiva do educando, responsável, funcionário e toda comunidade escolar.
Nossa prática reflete muito do que já falamos anteriormente. Desejamos nos aprofundar em temas que sejam relacionados às vivências dos professores e alunos.
Acreditamos piamente, que o social tem influência direta na formação do indivíduo, por isso nossa proposta de trabalho baseia-se no discurso político educacional de Paulo Freire e utilizamos os PCNS. Os cadernos do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares, perspectiva primordial para o ano letivo de 2009.


“Me movo como educador porque, primeiro, me movo como gente. Passo saber pedagógico, biologia como astronomia, posso cuidar da terra como posso navegar. Sou gente, sei que ignoro e sei que sei. Por isso, tanto posso saber o que ainda não sei, como posso saber melhor o que já sei. E saberei tão melhor e mais autenticamente quanto mais eficazmente construo minha autonomia em respeito à dos outros.”
(Paulo Freire)

Como Paulo Freire já dizia: “O mundo não é, o mundo está sendo.” Nos identificamos com este pensamento porque ainda estamos nos constituindo, por essa casa é que devemos escolher os melhores caminhos, caminhos que nos levam a lugares melhores, a situações de liberdade e autonomia. Para que seja possível alcançar estes lugares, precisamos acreditar, a educação é uma forma privilegiada de interferir no mundo.
O educador, no processo educativo que acontece no espaço escolar, é o principal agente de transformação. Quando o educador tem esta consciência, busca superar sua própria ignorância, para que seja possível ajudar o educando a superar a dele.
A equipe pedagógica, busca estar à disposição dos professores para que juntos se eduquem e contribuam para o desenvolvimento do educando, pois quando o educador se omite desrespeita o aluno e o priva de conhecimento, não chegamos a um ponto positivo.
Nossa prática é de que o aprendizado se reflita em “construção”, “reconstrução”, “mudança”, o que exige abertura de riscos. É saber que nas situações problemáticas é que aprendemos, pois exige de nós educadores esforço próprio e muita luta. Se aprender exige esforço, ensinar, além disso, exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos do educando, pois não se limita à transferência de conhecimentos, mas as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
Além dos pressupostos acima citados, desejamos registrar a nossa avaliação que nos revela se estamos cumprindo seu papel e oferecendo educação de qualidade. Por isso, é parte essencial do trabalho docente em avaliar com consciência.
Ao nosso ver, o ato de avaliar deve ser considerado como mais uma oportunidade de buscar e crescer, visto que a construção do conhecimento se dá em todos os momentos da vida. Importante é considerar as peculiaridades dos educandos e a capacidade de autonomia, buscar e absorver informações significativas, caso contrário, não conseguiremos contribuir para a construção da tão desejada escola cidadã. Para isso, consideraremos todas as “produções dos alunos”, realizadas dentro e fora do espaço escolar.

“A independência, a criatividade e a autoconfiança são facilitadas quando a autocrítica e a auto-apreciação são básicas e a avaliação feita por outros tem importância secundária.”
(Carl Rogers)

É neste sentido que temos clareza de que cotidianamente a escola é avaliada, que seja através de comentários de educadores, de algum membro da comunidade ou por uma notificação da Secretaria de Educação. SMEC
Resta-nos então, ficarmos atentos aos fatos e comentários que surgem no dia-a-dia e não sermos ingênuos diante destas situações. Aceitar para transformar.

Capacitações profissionais

Cremos principalmente na formação continuada dos professores e demais funcionários, que não depende exclusivamente de “capacitações” oferecidas pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura e equipe pedagógica existente na escola. No entanto, consideramos que os “momentos” de troca e parceria oferecidas aos funcionários são de grande valia.
Nossa escola prima pela assistência diária aos funcionários e a busca pelo esclarecimento de dúvidas juntos aos profissionais competentes, que estão à disposição da escola através da SMEC – Secretaria Municipal de Educação e Cultura e o DGE - Departamento Geral de Ensino, as capacitações oferecidas possuem datas pré-estabelecidas. Elas são marcadas por equipes apropriadas e notificadas às escolas à medida que os ofícios chegam às mesmas.

Projetos específicos

Entendemos as particularidades de nossa clientela, estabelecemos subprojetos bimestrais, que visavam trabalhar temas e conceitos necessários ao desenvolvimento do educando. No decorrer do ano letivo, os projetos foram realizados com grande êxito.

1 “O mundo da leitura” – Visa amenizar o quadro crítico em relação à deficiência de leitura entre alunos do 1º segmento do Ensino Fundamental. Os alunos foram incentivados cotidianamente a ler para si e para turma.
2 “Quem ama cuida” – Visa despertar um olhar mais generoso sobre o meio ambiente, o que impulsionará a ter mais respeito à prática de conservação do mesmo. Entre muitas práticas, foram realizadas caminhadas ecológicas pela comunidade.
3 “Busque o futuro sem esquecer das raízes” – Visa incentivar a pesquisa e a valorização do folclore brasileiro. Exposição de trabalhos realizados junto aos pais, professores e demais alunos.
4 “Criança cidadã” – Visa esclarecer aos alunos, seus direitos e deveres perante a sociedade, apresentando o estatuto da criança e do adolescente. Toda escola se mobilizou na confecção de cartazes valorizando a criança cidadã.
5 "Caixas de Vida" - Visando a descoberta da biografia do aluno.

Entre outros projetos que serão realizados no decorrer do ano letivo para um resultado satisfatório.


Considerações finais


Em busca de uma Educação de Excelência
É só acreditar...
Educar para transformar.

Cabe observar que o Conselho Escolar assume características marcantes na valorização educacional. Levando-nos a compreensão e garantia de uma educação eficaz no desenvolvimento de um trabalho sério por nossas escolas.
Enquanto pesquisadora, Diretora e professora, coloco-me na perspectiva apresentada neste contexto de ampliar, sistematizar e implantar, o Conselho Escolar em nosso município. Tal mudança só será possível, se estivermos empenhados em assumir o papel que nos cabe a uma reflexão educativa de qualidade.
Nas últimas décadas, muito se tem discutido sobre a qualidade no ensino. Muitas têm sido as causas apontadas para a crise que abate, principalmente, sobre a escola pública. Marcada pela seletividade que se manifesta no alto grau de reprovação e de evasão, esta escola tem sido alvo de inúmeros estudos visando contribuir para melhor compreensão dessa crise educacional, o Conselho Escolar na gestão democrática da educação pública, vem dar seu vital significado, mostrando como chegar a uma educação de qualidade. Assim, o Conselho Escolar mostra uma democracia participativa como critério para essas competências a partir do significado dos verbos usados, adotado-se:

Decidir – deliberar – aprovar – elaborar – opinar – discutir – participar – fiscalizar – acompanhar – supervisionar – apoiar – avaliar – promover – estimular...
Acreditar...

Sucesso de todos, compromisso da escola.


Esse sucesso é uma construção, depende da participação de toda equipe escolar. E, sobretudo da atuação de suas lideranças. “O Gestor”, os gestores precisam trabalhar com os educadores, a concepção de escola que desejam implementar e, de acordo com essa concepção, como se definirá o projeto pedagógico da escola e a prática de seus educadores, de maneira a promover a aprendizagem contínua dos educandos.
Compete aos líderes também discutir e implementar formas de avaliação, não só para cumprir exigências legais como para responder à necessidade que cada escola tem de obter um diagnóstico de sua atuação, para que possa reforçar seus pontos fortes e corrigir seus rumos, quando necessário.
Ao refletirmos sobre a Educação que se faz no interior das nossas escolas, não podemos deixar de abordar a questão do movimento, dos encontros e desencontros do ser e até do não ser. A escola, como espaço de utopia, de prazer, e de abertura para o mundo mais humanizado, é o nosso grande desafio a ser superado no cotidiano das escolas.
A partir do “envolvimento” de todos nós educadores, que acreditamos e agimos em busca da construção do conhecimento de forma lúdica, verdadeiramente significativa.
A escola deve ser esse espaço feliz, de encontro ao amadurecimento cognitivo, social e afetivo.
Nessa troca contínua é que se vivencia uma educação pautada em valores para dra sentido à vida, de forma responsável, oportunizando o crescimento das dimensões humanas que estão diretamente ligadas á qualidade de vida e de educação para o exercício pleno deste sujeito ético que, estando em permanente formação, na forma de ver, pensar e acreditar em uma educação de qualidade.


Ficha técnica da Escola Sistematizada

Apoio e fundamentação Teórica do Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares.

Escola: Escola Municipal Amauri Ferreira.

1- Situada na Rua Adalgisa Lemos, S/N – Vila Geni - RJ.
2- Nome do Diretor: Erigleide da Costa Barros Melo.
3- Número de funcionários:
a)- 27 Professores.
b)- 24 Outros servidores.

4- Número de alunos matriculados – 377 (trezentos e setenta e sete).
5- Número de turnos – 2 (dois).
6- Níveis e modalidades escolares: Educação Infantil – 1º Segmento do Ensino Fundamental.
7- Criada em 01/03/1982.
8- Razão do nome da entidade – homenagem a um ilustre morador de Coroa Grande – Amauri Ferreira.

Educar para transformar.
É só acreditar...


A escola está vivenciando um novo momento, onde Equipe Pedagógica e demais funcionários estão totalmente interligados com a comunidade, objetivando obter uma escola melhor. Escola em que o compromisso está aliado ao prazer e ao bem estar de todos.

Por: Erigleide da Costa Barros Melo – Diretora DA UE


Nosso Lema é: “Não se dá o peixe, ensina-se a pescar.”