sexta-feira, 8 de maio de 2009

SMEC -ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA - E. E. M. CARMEM MENEZES DIREITO - PROJETO: MULHERES DA PAZ - CIRCO VOADOR.

"A eficácia feminina atuante na comunidade"





Diretora: Profª Claudia Lúcia O. da Silva. Representando a UE no evento.




Representante da SMEC no evento.

Diretora do Departamento de Estatística e Movimentação Escolar.

Dolores Mompean Sanchez Kade



Comunidade e representantes do Conselho Escolar presente no evento.


O projeto Mulheres da Paz, integra o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos.


Atribuições das Mulheres da Paz:



  • Participar das atividades de formação cidadã;

  • Dialogar e colaborar na organização dos jovens de sua comunidade;

  • Orientar para as necessidades dos jovens;

  • Transmitir as possibilidades oferecidas pelos projetos sociais do Pronasci e outros existentes na comunidade.

O Projeto Mulheres pela Paz. É de maior importância e relevante para os jovens de nossa comunidade. O Conselho Escolar vem desenvolvendo um grande trabalho em prol da mulher da paz.


O Pronasci favorece com ações sociais de cerca de 20 áreas em todo o Estado do Rio de Janeiro, estão incluídos os bairros da Rocinha, Complexo do Alemão, Manguinhos, Maré, Vila Kennedy e Providência. Também estão no Pronasci os municípios de São João de Meriti, Caxias, Nova Iguaçu, Itaboraí, Niterói, São Gonçalo, Macaé, Nilópolis, Itaguaí, Mesquita, Belfod Roxo e Queimados. Em cada região serão desenvolvidos três projetos: Mulheres da Paz, Espaços Urbanos Seguros e Protejo, voltados para jovens de 15 a 29 anos.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: Retrospectiva - 2008 - Formandos .E.E.M. CARMEM MENEZES DIREITO.

Formandos 2008 - Saudades...








Homenagem a profª. Lúcia. Atualmente adjunta da UE.




Há Momentos...


Há momentos na vida em que sentimos tanta falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.

Seja o que você quer ser,porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.

Dificuldades para fazê-la forte.

Tristeza para fazê-la humana.

E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas.

Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.

Para aqueles que se machucam.

Para aqueles que buscam e tentam sempre.

E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhanteé baseado num passado intensamente vivido.

Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade.

A vida não é de se brincar

porque um belo dia se morre.

Clarisse Lispector
Direção: Profª. Claudia Lúcia O. da Silva
Diretora Adjunta: Profª Lúcia D. L. O. do R. Barros

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: SUBPROJETO CIEP 496 – MUNICIPALIZADO MAESTRO FRANCISCO MIGNONE

Rua Kaisser Abraão, s/nº Bairro: Monte Serrat
CEP: 23.810-560 – Itaguaí/RJ

Direção Geral: Claudia Valéria B. S. Mattos
Diretora Adjunta: Edna Campos Vanderley



Sustentabilidade
“Contagiando o mundo com o que temos de melhor”






INTRODUÇÃO


No dia 28/02/08 a nossa unidade escolar realizou uma assembléia para reestruturar o Projeto Político Pedagógico. Após ampla discussão envolvendo alunos, pais, responsáveis, docentes e funcionários, a escola decidiu continuar com a temática “Escola-família e comunidade: uma integração com responsabilidade”. Reconhecendo a amplitude e complexidade do tema, utilizaremos um subprojeto com a duração de dois anos (2008/2009) visando através da parceria escola e comunidade, levantar alguns problemas de ordem ambiental, social e individual que contribuem para os problemas enfrentados pelo planeta;

2. SUBPROJETO

Sustentabilidade
“Contagiando o mundo com o que temos de melhor”

3. JUSTIFICATIVA



"Hoje, a transição para um futuro sustentável, já não é um problema técnico ou conceitual. É um problema de valores, vontade política e liderança." Frtijof Capra

Os benefícios que recebemos da terra são um patrimônio de toda a humanidade. A forma de utilização deve estar subordinada a regras de respeito às condições básicas de vida no mundo, dentre elas a qualidade de vida de quantos dependam desses bens e do espaço do entorno em que eles são extraídos ou processados. Necessitamos cuidar, portanto, para que o uso que fazemos dele seja conservativo, isto é, gere o menor impacto possível e respeite as condições de sustentabilidade, de máxima renovabilidade possível de recursos.
A sociedade moderna está consumindo cada vez mais recursos naturais e na mesma velocidade polui em níveis alarmantes. As estatísticas demonstram que estamos próximos de um colapso ambiental com conseqüências para nós e as futuras gerações. O problema do desmatamento, da pesca predatória, a contaminação dos rios e o aquecimento global, são alguns dos maiores problemas que merecem uma ampla discussão.
Do ponto de vista pedagógico desejamos que o tema “Sustentabilidade” se incorpore ao cotidiano escolar por intermédio das áreas do conhecimento e não apenas se mantenha como um tema excepcional em atividades comemorativas. O esforço se faz na direção de trabalhar para que as áreas/disciplinas não incluam burocraticamente conteúdos de sustentabilidade nas suas aulas. Trazer à tona o tema sustentabilidade é um desafio porque muito embora as pessoas comentem sobre o assunto, pouco se tem feito. Contudo, a educação é uma força de transformação. A aprendizagem é mudança de comportamento. Então, é importante disseminar uma cultura de atuação em que todos possam usufruir igualmente dos avanços tecnológicos e das dádivas da natureza. Através da conscientização, as pessoas, a sociedade, as empresas poderão viver e desenvolver seus negócios sem causar tanto prejuízo ao meio ambiente, assim como também, desenvolver uma melhoria nos padrões de vida deixando de lado o supérfluo.
Pensando na importância desta temática e utilizando-se da escola como via de reflexão, discussão e conscientização, a equipe escolar em colaboração com alunos, pais e comunidade, destacam para os próximos anos (2008/2009) o tema: Sustentabilidade “Contagiando o mundo com o que temos de melhor”. Precisamos resgatar no espaço escolar uma educação para o pensar. Para isso, o CIEP se apropria de um tema escolhido pela sua própria comunidade onde através de um amplo debate sobre as nossas necessidades e um correto entendimento de que precisamos prover para as futuras gerações queremos garantir, antes de qualquer coisa, que a fome, a pobreza e a miséria estejam afastadas definitivamente do planeta.



PLANO DE AÇÃO

SUBPROJETO
SUSTENTABILIDADE: CONTAGIANDO O MUNDO COM O QUE TEMOS DE MELHOR

OBJETIVOS
Levantar alguns problemas de ordem ambiental, social e individual que contribuem para os problemas enfrentados pelo planeta;
Refletir sobre o modo de vida e o modelo econômico apontando algumas atitudes desnecessárias que causam problemas para a vida e o planeta;
Identificar algumas mudanças de hábitos no interior da escola e na comunidade para ajudar na melhoria do ambiente.

TEMAS SUGERIDOS PELA COMUNIDADE

VALORES
MEIO AMBIENTE
RESPEITO

PERÍODO
· Fevereiro a dezembro
ANO
· 2008/2009

CENÁRIO
· Alunos, pais, professores, funcionários e comunidade

PÚBLICO-ALVO
Comunidade escolar e Membros do Conselho Escolar


TEMA

SUSTENTABILIDADE
METAS RELATIVAS A ATIVIDADE EXTRACLASSE:
Trabalho de reciclagem;
Visita a empresas que realizem atitudes inovadoras para o mundo sustentável;
Participação da Agenda 21
Passeios de ordem ambiental;
Questionário com a comunidade;
Palestra para funcionários e comunidade.


METAS RELATIVAS A ATIVIDADES EM SALA DE AULA:


Apresentação do tema Sustentabilidade;
Pesquisas;
Discussão;
Elaboração de mural, feira etc.


RESULTADOS ESPERADOS


Durante os onze meses de trabalho, a escola espera neste primeiro ano, trabalhar o respeito e atitudes de cooperação com a natureza, identificando como podemos contribuir com nossas atitudes sem causar tantos danos ao meio ambiente e ao próximo.

CRONOGRAMA
Mês
Atividade
FEVEREIRO

Reunião com a comunidade escolar
MARÇO
Sensibilização na escola
ABRIL
Tema: Gentileza gera Gentileza
MAIO
Chá Literário da Gentileza EJA
Show do Meio Ambiente
JUNHO
Gincana : Gentileza gera gentileza 1º e 2º segmento
Projeto: Plantas que curam (4º ano de escolaridade)
Projeto Reciclar para preservar (5º ano de escolaridade)
Mostra de Ciências (2º segmento)
Responsabilidade ambiental – aula passeio 4º ano de escolaridade
JULHO
Continuação dos projetos...
AGOSTO
Palestra Saúde bucal
SETEMBRO
Projeto Alimentos orgânicos - Oficinas
OUTUBRO
I MOSTRA DA SUSTENTABILIDADE 1º e 2º segmento
NOVEMBRO
AÇÃO DE GRAÇAS: Obrigado pela Natureza!
DEZEMBRO

AVALIAÇÃO DO SUBPROJETO

Acontecerá mediante reuniões e etapas que encerrarão as atividades para uma possível (re) elaboração das ações com toda a equipe escolar e comunidade;
Ocorrerá através de questionários referentes às atividades que servirão de termômetro para sua continuação;


Direção Geral: Claudia Valéria B. S. Mattos
Diretora Adjunta: Edna Campos Vanderley

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA:CIEP 496 MUNICIPALIZADO MAESTRO FRANCISCO MIGNONE

Rua Kaisser Abraão, s/nº Bairro: Monte Serrat
CEP: 23.810-560 – Itaguaí/RJ






"A ESCOLA PARTICIPATIVA E O TRABALHO DO GESTOR ESCOLAR"



Os processos intencionais e sistemáticos de se chegar a uma decisão e de fazer a decisão funcionar caracterizam a ação que denominamos gestão é a atividade pela qual são mobilizados meios e procedimentos para se atingir os objetivos da UE, envolvendo, basicamente, os aspectos gerenciais e técnicos administrativos. Nesse sentido, é sinônimo de administração.




A direção é um princípio e atributo da gestão, mediante a qual é canalizado o trabalho conjunto das pessoas, orientando-as no rumo dos objetivos. Basicamente, a direção põe em ação o processo de tomada de decisões na organização, e coordena os trabalhos, de modo que sejam executadas da melhor maneiras possíveis.



Direção Geral: Profª: Claudia Valéria B. S. Mattos


Diretora Adjunta: Edna Campos Vanderley
Unidas por uma GESTÃO de QUALIDADE.



Definindo Projeto - 2009












Segundo Gadotti (2000), a gestão escolar democrática da escola implica que a
comunidade, os usuários da escola, sejam os seus dirigentes e gestores e não apenas os seus fiscalizadores ou, menos ainda os meros receptores dos serviços educacionais.


Orientadora da U.E. Claudia Saad executando uma das etapas do PDE junto a comunidade.



Dramatização dos Educadores aos responsáveis.



Bravo!!!!!!!!!

A pergunta foi: Quem gostaria de participar do Conselho Escolar na UE??

Gratificante esse momento...



Reflexão sobre o plano de desenvolvimento da Escola (PDE)


Orientação - Adjunta - Edna Campos Vanderley


O PDE serve para auxiliar as escolas a se organizar de maneira eficiente e eficaz, com a melhor concentração de esforços e recursos para reverter:

Os índices de repetência,abandono escolar e má qualidade da aprendizagem.


Palestra da Drª. Vanderléia Cristina de Oliveira

Coordenadora da SMEC.


Mostra de imagens sobre o aterro controlado.

Centro de estudo - Primeiro Segmento



Centro de Estudo Segundo Segmento.



Mães do Conselho Escolar - 2009 - Comunidade



Apresentação dos alunos representantes do 1º segmento



Dramatização da crônica desenvolvida em diálogo pelos professores do 1º e 2º segmento.


O LIXO: CRÔNICA DE LUIZ FERNANDO VERÍSSIMO.


Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.
- No seu lixo ou no meu?




Direção Geral: profª: Claudia Valéria B. S. Matto


Diretora Adjunta: Profª Edna Campos Vanderley

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: E. E. Municipalizada Taciano Basílio.

Ata do Conselho Escolar - 2009


Em oito de abril de dois mil e nove dando continuidade as nossas atividades e agora sinto que melhor a cada dia, porque nossa Unidade Escolar foi uma das privilegiadas com o “Programa Tempo Integral”, oferecendo aos nossos alunos atividades pedagógicas e esportivas, além da alimentação reforçada elaborada por nutricionistas proporcionando um melhor desenvolvimento físico e mental. Realizamos nossa primeira reunião desse ano letivo em 8 de abril de 2009 com a finalidade de substituir alguns membros desse conselho, como representante dos docentes e representante administrativo por motivo de mudança. Onde a professora Giovanna será substituída pela professora Marilene Távora da Costa e administrativo Walmir de Oliveira por Clarete de Oliveira Teixeira. Aproveitamos para montar o cronograma de nossas reuniões desse ano letivo, sendo que poderá sofrer alterações. Em 16/04, 07/05, 10/06, 10/07, 07/08, 11/09, 09/10, 06/11 e 11/12 no horário das 14 horas. Onde pretendemos continuar com o Projeto “Fazendo com amor” e terminar de montar nosso pequeno livro de receitas ou melhor dizendo uma cartilha partilhando nossas habilidades culinárias. Esse ano também estamos sendo agraciados com a reforma e ampliação de nossa Unidade Escolar, um sonho de anos e nesse ano abençoado governado por pessoas que realmente fazem a diferença como a nossa Secretária de Educação Andréia Cristina Busatto e equipe e o nosso prefeito Charlinho que por sua vez está bem assessorado. Vamos ver nosso sonho virar realidade. Quando digo nosso é porque alunos,funcionários, comunidade e eu como dirigente nesta Unidade há nove anos. Essa reunião durou um pouco mais do que de costume, mas valeu a pena, falamos também sobre o projeto Ecologia que será de grande importância para todos. Logo após encerramos com a leitura e assinatura dos presentes membros do Conselho Escolar.






"ESCOLA PARA VIDA"





Artesanato: Momento especial de criação!!!










Artesanato: Páscoa!!! É VIDA!!!!!





Horta!!! Coisa séria em nossa comunidade.



Mão na massa!!!! Membro do Conselho Escolar.



Nossos alunos.


Capoeira: A capoeira é uma alternativa interessante para este fim ao se
considerar que esta modalidade é oriunda da cultura popular e que carrega consigo um
exuberante acervo de informações, uma riqueza simbólica e seus movimentos.




Capoeira: A capoeira foi criada pelos escravos africanos no período colonial brasileiro.



Coral: A importância da vivência musical da criança dentro e fora da escola.


Antigamente as crianças brincavam na rua. Cantávamos desde muito pequenos estimulados por mães, pais e avós. As parlendas faziam parte da vida de qualquer bebê, que desde cedo sentia o ritmo das palavras e dos movimentos como em “serra, serra, serrador, quantos papos já serrou?...” Ou “rei, capitão, soldado, ladrão...”. Depois, as amarelinhas, que trabalhavam além do ritmo, a coordenação motora, o equilíbrio. As canções e rodas que faziam parte do repertório das brincadeiras incitavam ao canto, trabalhando a afinação, o ritmo e a dança. Pular corda, ritmo novamente, esse ritmo tão indispensável para uma vida adulta mais coordenada em todos os sentidos. Fora da escola, como se sabe, todas essas brincadeiras já não são exercitadas. Na escola, a preocupação maior fica por conta do português, da matemática, dos cadernos cheios de exercícios desde os das crianças da mais tenra idade...Se todos soubessem que através da música essa aprendizagem seria melhor e mais agradável...



O horário integral em nossa U.E. visa aprimorar o intelectual e a cultural de nossos alunos. sendo benéficas também ao corpo e à saúde trabalhando seus aspectos motor, afetivo e cognitivo. Este trabalho garantirá aos beneficiados uma construção de aprendizado muito mais ampla onde o tempo será bem aproveitado para estudar e brincar.






Música


Utilizando-se desse tempo adicional concedido pela SMEC pela prática da Educação Integral, procuramos em nossa UE, formar o cidadão, aberto em uma identificação das práticas sociais corretas do ponto de vista moral e ético da sociedade, através da convivência harmoniosa e enriquecedora com os seus pares, guiado por uma proposta pedagógica bem elaborada e eficaz.
Saber aonde se quer chegar. O professor tem que realmente saber o que está fazendo e o que quer. Tem que ter amor, senso prático e estético, amor, cultura geral, amor, conhecimento profundo do que está ensinando, amor, conhecer as crianças, conhecer o ser humano, amar, amar, amar...


Por: Diretora / Profª: Fábia Teixeira da Conceição

SMEC-ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: A importância da participação da comunidade na U.E


JARDIM DE INFÂNCIA MUNICIPALIZADO MONTEIRO LOBATO.
Rua são Domingos, n° 922 - São José - Itaguaí
CEP: 23811-000


DIREÇÃO: PROFª - CLÉIA MACHADO FALEIRO


ALUNO:
NEI DE MORAIS PEREIRA JUNIOR (Digitador)
TUTOR:
Ezequiel Antônio Rezende Pereira Neves



É de fundamental importância à participação da comunidade, para proporcionar o bom rendimento dos alunos, para a preservação do espaço físico da escola e do ambiente em geral;
Como estratégia de mobilização social para a melhoria da gestão democrática e também para o sucesso dos projetos desenvolvidos nas Unidades Escolares.
Sendo a comunidade um fator fundamental que devemos conquistar, conscientizar e cativar, porque da sua interação dependerá o sucesso da educação, que é formar cidadãos críticos e plenamente conscientes de seus direitos e deveres.
Temos o compromisso de trabalharmos de mãos dadas com a comunidade e para tanto não deveremos medir esforços em promover e estimular qualquer tipo de participação. Podemos concluir, que quando se instala a gestão democrática, as respostas adequadas para lidar com pessoas diferentes e idéias divergentes surgem no cotidiano.
Só se aprende a participar, participando mas não por adivinhação, nem porque o grupo, só por ter se organizado., já tinha sabedoria implícita. As respostas surgem por que o que fica “no meio da roda”, ou no foco da atenção do grupo, é um problema de todos, que precisa ser resolvido. Na busca de soluções combinam-se as contribuições e fortalece-se a interação do grupo. Aprende-se também a explorar possibilidades, a respeitar e expandir limites, a buscar alianças e parcerias; daquilo que for decidido, cada um responde por seu pedaço nesse percurso, a comunidade escolar avança na conquista da cidadania, pois percebe e vivencia direitos e deveres, ampliando essas possibilidades para situações fora da escola.
Em conjunto, consegue-se resolver mais adequadamente problemas como a democratização do acesso. A reprovação evasão. As soluções surgem mais rapidamente quando a comunidade entra na escola; questões de vagas e critérios e a repetência e evasão tratadas em conjunto pela escola e pelas famílias, podem diminuir.
A comunidade percebe a relação entre gestão participativa e ensino de qualidade . Ao longo do processo, vão se envolvendo com o processo pedagógico. As famílias começam a perceber melhor o que seria um bom atendimento escolar, a escola aprende a ouvir sugestões e aceitar influências.
Quando a escola instala a gestão participativa os pais são muito presentes.
A aprendizagem mútua fortalece a conquista da autonomia da escola.



Feedback de Tutor


"Gestão democrática e participação da comunidade"


por
Ezequiel Antônio Rezende Pereira Neves (tutor - Conselho Escolar)

Nei!!!

Começamos com tudo!!!

O que você nos apresenta é de grande valia para a compreensão de nossa temática.Participação e democracia são indissociáveis e as duas juntas são fundamentais na construção de cidadãos que poderão mudar os rumos do país!!!

Valeu!!!

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: Gestão Democrática e Participativa -Por NEI DE MORAIS PEREIRA JUNIOR



JARDIM DE INFÂNCIA MUNICIPALIZADO MONTEIRO LOBATO.

Rua são Domingos, n° 922 - São José - Itaguaí

CEP: 23811-000

DIREÇÃO: PROFª - CLÉIA MACHADO FALEIRO




ALUNO: NEI DE MORAIS PEREIRA JUNIOR (Digitador)





Nossa Unidade Escolar para exercer sua função com competência, assumindo compromisso político com os alunos, a escola, antes de tudo, precisa conhecer a sua realidade e saber o que representa para todos os que a procuram e também os que não a procuram.
Estão matriculados em nossa escola crianças pertencentes aos diferentes segmentos da sociedade, portadoras, portanto, das aspirações próprias de seu grupo social. As crianças mais favorecidas economicamente encontram na escola, um prolongamento de seu lar. Entre outros fatores, é forte a identificação com o professor em geral, um representante da mesma classe social. Trazendo conseqüências benéficas para os alunos que falam sua linguagem, compartilham seus costumes, hábitos e valores. Uma outra vantagem se refere ao ambiente físico: não estranham o uso de mesas, cadeiras, produtos de higiene, pratos, talheres e outros elementos com os quais lidam diariamente: livros, revistas, jornais, papel, lápis, tintas, pinceis, dentre outros, são bem conhecidos dessas crianças. A escrita e a leitura fazem parte de seu cotidiano familiar, sendo usadas com muita freqüência. Quando chegam a escola, já dominam, com certa facilidade, quase tudo que é exigido delas. As próprias conversas giram em torno de suas experiências de vida.
Esta. Porem, não é a realidade de todas as nossas crianças. Para algumas a sua primeira socialização se dá num ambiente socioeconômico e cultural bem diverso, normalmente, a escola representa para elas um local hostil, onde vivem muitos conflitos. Seu vocabulário é considerado pobre e restrito, as crenças, os valores, enfim, de seus familiares é lida como inferior e, mesmo, vista com desconfiança. Os conhecimentos que desenvolveram não são “apropriados para as atividades escolares”. Seus pais e familiares não são reconhecidos como capazes de opinar e participar das questões educacionais, tudo o que já aprendeu conhece e sabe fazer é rejeitado como inútil, não é difícil concluir que se sinta uma pessoa inferior. A escola, partido desse ponto para a reflexão preocupa-se na hora de construir seus planejamentos, tentar refletir sobre essas questões será avançar um passo significativo no sentido de clarificar o compromisso político da escola que só poderá ser verdadeiramente democrática quando estabelecer como prioridades:
· Resgatar a auto-estima das crianças socialmente marginalizadas:



· Reconhecer que sua cultura pode ser diferente, mas não inferior;



· Utilizar seu saber como ponto de partida para avançar mais;



· Garantir-lhes, como ponto de chegada, a apropriação do acervo cultural da


humanidade, restrito, até então, às camadas economicamente mais favorecidas;



· Não permitir que limitações de ordem sócio econômicas sejam empecilhos para o ingresso e permanência das camadas populares nas escolas;

Estar comprometido, politicamente com as crianças é estar ao seu lado na luta pelo direito ao acesso a escola, oferecendo-lhe condições para que nela permaneçam e usufruam todo saber que lhes é devido.



É notório em nossa escola de Educação Infantil a preocupação com perguntas desta natureza na hora de construir seus planejamentos. Considerando-se as particularidades da faixa etária compreendida entre 4 e 6 anos e suas formas especificas de aprender criou-se categorias curriculares para organizar os conteúdos a serem trabalhados. Esta organização visa abranger diversos e múltiplos espaços de elaboração de conhecimentos e de diferentes linguagens, a construção da identidade, os processos de socialização e o desenvolvimento de autonomia das crianças que propiciam, por sua vez, as aprendizagens consideradas essenciais. Os âmbitos são compreendidos como domínios ou campos de ação que dão visibilidade aos eixos de trabalho educativo para que o professor possa organizar sua prática e refletir sobre a abrangência das experiências que propicia as crianças.



"Feedback do tutor"


Ezequiel Antônio Rezende Pereira Neves



Valeu Nei!!!


Sua escola está muito avançada em comparação a grande maioria das escolas no Brasil!!!! Parabéns pelo trabalho de vocês.