quinta-feira, 30 de abril de 2009

SMEC - ITAGUAÍ - RJ - APRESENTA: HISTÓRICO DA E.M. AMAURI FERREIRA E SUA EQUIPE.

Diretora Erigleide da Costa Barros Melo.


Coordenadora Pedagógica
Wilma Regina Freitas Barros


DOCENTES SEGUNDO TURNO.

APOIO E MERENDEIRAS.

EQUIPE TÉCNICO ADMINISTRATIVA.

DOCENTE PRIMEIRO TURNO
"Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares"
Em busca de uma Educação de Excelência.
"Educar para transformar"

“Tudo o que a gente puder fazer no sentido de convocar os que vivem em torno da escola, e dentro da escola, no sentido de participarem, de tomarem um pouco o destino da escola na mão, também. Tudo o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda, considerando o trabalho imenso que se põe diante de nós que é o de assumir esse país democraticamente.“
(Paulo Freire)

INTRODUÇÃO

“Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.”
(Paulo Freire, 1996)

A intenção da comunidade escolar no presente documento é repensar suas práticas pedagógicas e propor metas para agir no presente, na realidade que muitas vezes nos impulsiona a crescer através das lutas.
As práticas pedagógicas de hoje, não podem basear-se em pensamentos de outrora, até mesmo porque, as relações de trabalho, as atividades de lazer e cultura não são mais as mesmas. A escola está inserida num todo social que se transforma rapidamente. E por esse motivo precisamos compreender estas transformações e devemos propiciar o desenvolvimento de cidadãos que saibam interagir conscientemente neste mundo.
Por um bom período de tempo, achava-se que a criança ao chegar à escola era semelhante a uma folha em branco, que bastava lhe transmitir alguns conhecimentos que se tornava uma nova pessoa. Atualmente, temos a certeza de que ao chegar à escola, a criança já possui uma bagagem enorme de vivências, experiências tais que poderão contribuir ou prejudicar o seu desenvolvimento na escola. Então para isto, não basta o educador lhe transmitir conhecimento, “lhe dar o peixe”, mas se faz necessário contribuir para a formação deste sujeito crítico e autônomo, capaz de tomar suas próprias decisões, “ensinando a pescar.”
Muitos desafios estão por vir, através da sistematização do Conselho Escolar, com certeza, este é um ponto primordial para garantir a efetiva participação das comunidades escolares na gestão da escola, pata que tenhamos qualidade na educação, que garanta a “participação” de todos, ter condições de levar a escola a encontrar seu verdadeiro caminho, isto porque a construção coletiva que vem se criando, pressuposto da democracia, articula as diferentes vozes dentro da própria escola, na construção de diálogos necessário ao homem que se quer mais humano e mais justo.

“Os homens fazem sua própria história, mas não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado.”
(Karl Marx)

Caracterização da instituição.


Histórico da Instituição.

A Escola Municipal Amauri Ferreira foi inaugurada em 01/03/1982. Situada na Rua Adalgisa Lemos S/N, em Vila Geni, no Município de Itaguaí, Rio de Janeiro.
Atualmente com 376 alunos matriculados, da Educação Infantil ao Ensino Fundamental - 1º segmento, totalizando 16 turmas, 46 funcionários, divididos em dois turnos de funcionamento.
O nome dado à instituição foi em homenagem a um morador de Coroa Grande, muito estimado pela comunidade.
Patrono: Amauri Ferreira.
Brasileiro, nascido em 26 de setembro de 1948, em Coroa Grande, Estado do Rio de Janeiro. Filho de Francisco Ferreira e Sebastiana Ferreira.
Toda sua vida foi dedicada à Coroa Grande. Estudou na Escola Estadual Professora Maria Isabel do Couto Brandão, concluindo o antigo 1º grau.
Amauri Ferreira era uma pessoa de fácil comunicação e suas atividades principais eram a caça e a pesca. Faleceu em 09/09/1979, em um acidente, este fato deixou uma grande lacuna entre seus familiares, amigos, que lembram e respeitam a pessoa que foi.
A Escola Amauri Ferreira, vem desde sua inauguração buscando desenvolver uma prática educacional norteada pelo trinômio participativo composto pela escola e comunidade e aluno.
Para viabilizar a “participação” dos componentes deste trinômio, adotamos as seguintes estratégias:

1 Compreender e respeitar as características da comunidade onde a escola está localizada.
2 Desenvolvera cultura de “Amigos da Escola” onde a comunidade participa efetivamente na dinâmica escolar.
3 Promover junto à comunidade palestras tanto com os temas educacionais, quanto com os temas envolvendo saúde, comportamento e outros de interesse coletivo.
4 Integrar tema (ecológico) na pauta escolar, pelo fato da escola estar situada em uma área carente.
5 Desenvolver um trabalho esclarecedor sobre um dos papéis predominantes da escola, enquanto instituição pública, mostrando que a educação e a valorização da história real, é um dos caminhos para se iniciar o exercício de cidadania, pois a partir da história individual que se forma e constrói a história social.

Dados e informações sobre a realidade Sócio-Cultural:

Estamos localizados em uma região com muitas características próprias, onde o ruralismo mescla-se com atividades de pesca. A comunidade onde a escola se localiza é carente e sofre com a mais dura seqüela da globalização, o desemprego.
A escola desenvolve trabalho de conscientização na comunidade mostrando que a educação é um dos caminhos para se iniciar o exercício da cidadania.
Atualmente, há uma esperança para os moradores de Itaguaí, principalmente os que moram no entorno do porto. Com a abertura do porto a outras atividades comerciais, assim como a possível construção de uma plataforma do pólo petroquímico nesta região, haverá uma necessidade maior de mão-de-obra.
Quando se fala de mão-de-obra, logo nos vem à mente a palavra “capacitação.”
Será que o município de Itaguaí, possui mão-de-obra qualificada para suprir as carências do mercado? Talvez existam poucas pessoas que se encaixam nos perfis desejados. Por este motivo é dever da escola e necessidade da comunidade local recuperar o tempo perdido, desenvolver atividades que contribuam para a escolarização da população e crescimento do município. Uma das formas que a escola possui de contribuir com esta finalidade é a de manter um ensino de qualidade.

Local: característica comunitária.


A Escola Municipal Amauri Ferreira, fica próxima a rodovia Rio - Santos. Esta proximidade nos traz pontos positivos e negativos. Um dos pontos positivos é a facilidade de locomoção. No entanto, existe um ponto negativo, que é preocupante, o perigo que a rodovia oferece aos pedestres alunos, pais, funcionários, motoristas, etc.
Em relação a atividades de lazer e cultura, a comodidade queixa-se muito. O único atrativo é o litoral, as praias que seguem a rodovia. Não há espaços de lazer, nem incentivo à cultura local. Esta situação afeta diretamente à clientela da escola, que não tem perspectivas de mudança e só tem acesso a alguns tipos de informações através da televisão, que hora educa e deseduca ao mesmo tempo.
A falta de infra-estrutura no bairro, assim como a presença constante de caminhões, também causa um grande prejuízo à comunidade. As ruas não são pavimentadas e os veículos estragam as tubulações de água, criam buracos e trazem perigo à comunidade escolar.
Diante de todas estas características a escola tem um papel muito importante e de grande responsabilidade diante desta localidade. Não podemos nos conformar e se acomodar com a realidade existente, devemos contribuir para que a mesma se modifique, é só acreditar... Que através da Educação a mudança aconteça.

Perfil do corpo discente:

Nosso aluno é formado basicamente de crianças que moram nas redondezas da escola, nos bairros de Brisamar, Vila Geni e Coroa Grande.
Durante o dia estudam crianças de 4 anos de idade a 15 anos, incluindo as crianças portadoras de necessidades educacionais especiais.
Os alunos, em sua grande maioria são pessoas carentes, em muitos sentidos, resultado do meio em que vivem e da forma como reagem sobre este meio. Há alunos agressivos e revoltados por conta da vida que levam, outros que superam esta dificuldade e lutam por condições mais dignas de sobrevivência.
Encontramos, entre nossos alunos alguns casos de crianças que necessitam de acompanhamento médico especializado. Quando o fato é detectado, procura-se encaminhar para órgãos competentes, fazendo um acompanhamento cotidiano das evoluções e orientando a família como o tratamento e seu comprometimento. Em muitos casos, vimos que não há uma colaboração para que o tratamento do aluno tenha sucesso. Infelizmente, caso esta situação se afirme, é preciso entrar em contato com o Conselho Tutelar e outros órgãos a fim de que o direito à saúde da criança não seja negado.

Recursos disponíveis:
1- Condições físicas
2- Problemas de oferta

O recurso humano é o que a escola mais possui, formado por trabalhadores concursados ou contratados pela Prefeitura Municipal de Itaguaí, e ainda por voluntários da comunidade, estagiários.
Os recursos didáticos que a escola possui, são de granmde valia porque os professores funcionando como suporte pedagógico para o bom desenvolvimento dos projetos e atividades escolares. Eles têm aumentado por conta do Programa de Alfabetização (Alfa e Beto.) Os mais comuns são:

2 Livros didáticos;
3 Cartazes;
4 Fantoches;
5 Livros paradidáticos.
6 Jogos Educativos
7 CDs e DVDs


* E do Programa ABCD, como também a disciplina de Educação Preventiva, veio com objetivo de resgatar o comportamento, os bons hábitos educativos, valores familiares e costumes.

Com todo esse material didático, a criação e confecção de material alternativo não deixa de ser realizada entre professores e alunos, em busca do concreto para uma educação eficaz.
Como já citamos anteriormente, as vagas que a escola oferece não atende toda a demanda, devido às condições físicas.
Os alunos, principalmente nas séries iniciais, não são muito assíduos. O que exige da equipe pedagógica um trabalho constante no sentido que o quadro se reverta. Este trabalho é realizado através do acompanhamento do educador. Comunicando-se com os responsáveis através de correspondências e participações, em alguns casos do Conselho Tutelar.

Sistematização da Ação Pedagógica, influência e conscientização do Conselho Escolar na Comunidade.

Nossa proposta pedagógica visa a transformação, tem como prática principal o processo ensino – aprendizagem, o que se realiza através da responsabilidade coletiva do educando, responsável, funcionário e toda comunidade escolar.
Nossa prática reflete muito do que já falamos anteriormente. Desejamos nos aprofundar em temas que sejam relacionados às vivências dos professores e alunos.
Acreditamos piamente, que o social tem influência direta na formação do indivíduo, por isso nossa proposta de trabalho baseia-se no discurso político educacional de Paulo Freire e utilizamos os PCNS. Os cadernos do Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares, perspectiva primordial para o ano letivo de 2009.


“Me movo como educador porque, primeiro, me movo como gente. Passo saber pedagógico, biologia como astronomia, posso cuidar da terra como posso navegar. Sou gente, sei que ignoro e sei que sei. Por isso, tanto posso saber o que ainda não sei, como posso saber melhor o que já sei. E saberei tão melhor e mais autenticamente quanto mais eficazmente construo minha autonomia em respeito à dos outros.”
(Paulo Freire)

Como Paulo Freire já dizia: “O mundo não é, o mundo está sendo.” Nos identificamos com este pensamento porque ainda estamos nos constituindo, por essa casa é que devemos escolher os melhores caminhos, caminhos que nos levam a lugares melhores, a situações de liberdade e autonomia. Para que seja possível alcançar estes lugares, precisamos acreditar, a educação é uma forma privilegiada de interferir no mundo.
O educador, no processo educativo que acontece no espaço escolar, é o principal agente de transformação. Quando o educador tem esta consciência, busca superar sua própria ignorância, para que seja possível ajudar o educando a superar a dele.
A equipe pedagógica, busca estar à disposição dos professores para que juntos se eduquem e contribuam para o desenvolvimento do educando, pois quando o educador se omite desrespeita o aluno e o priva de conhecimento, não chegamos a um ponto positivo.
Nossa prática é de que o aprendizado se reflita em “construção”, “reconstrução”, “mudança”, o que exige abertura de riscos. É saber que nas situações problemáticas é que aprendemos, pois exige de nós educadores esforço próprio e muita luta. Se aprender exige esforço, ensinar, além disso, exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos do educando, pois não se limita à transferência de conhecimentos, mas as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
Além dos pressupostos acima citados, desejamos registrar a nossa avaliação que nos revela se estamos cumprindo seu papel e oferecendo educação de qualidade. Por isso, é parte essencial do trabalho docente em avaliar com consciência.
Ao nosso ver, o ato de avaliar deve ser considerado como mais uma oportunidade de buscar e crescer, visto que a construção do conhecimento se dá em todos os momentos da vida. Importante é considerar as peculiaridades dos educandos e a capacidade de autonomia, buscar e absorver informações significativas, caso contrário, não conseguiremos contribuir para a construção da tão desejada escola cidadã. Para isso, consideraremos todas as “produções dos alunos”, realizadas dentro e fora do espaço escolar.

“A independência, a criatividade e a autoconfiança são facilitadas quando a autocrítica e a auto-apreciação são básicas e a avaliação feita por outros tem importância secundária.”
(Carl Rogers)

É neste sentido que temos clareza de que cotidianamente a escola é avaliada, que seja através de comentários de educadores, de algum membro da comunidade ou por uma notificação da Secretaria de Educação. SMEC
Resta-nos então, ficarmos atentos aos fatos e comentários que surgem no dia-a-dia e não sermos ingênuos diante destas situações. Aceitar para transformar.

Capacitações profissionais

Cremos principalmente na formação continuada dos professores e demais funcionários, que não depende exclusivamente de “capacitações” oferecidas pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura e equipe pedagógica existente na escola. No entanto, consideramos que os “momentos” de troca e parceria oferecidas aos funcionários são de grande valia.
Nossa escola prima pela assistência diária aos funcionários e a busca pelo esclarecimento de dúvidas juntos aos profissionais competentes, que estão à disposição da escola através da SMEC – Secretaria Municipal de Educação e Cultura e o DGE - Departamento Geral de Ensino, as capacitações oferecidas possuem datas pré-estabelecidas. Elas são marcadas por equipes apropriadas e notificadas às escolas à medida que os ofícios chegam às mesmas.

Projetos específicos

Entendemos as particularidades de nossa clientela, estabelecemos subprojetos bimestrais, que visavam trabalhar temas e conceitos necessários ao desenvolvimento do educando. No decorrer do ano letivo, os projetos foram realizados com grande êxito.

1 “O mundo da leitura” – Visa amenizar o quadro crítico em relação à deficiência de leitura entre alunos do 1º segmento do Ensino Fundamental. Os alunos foram incentivados cotidianamente a ler para si e para turma.
2 “Quem ama cuida” – Visa despertar um olhar mais generoso sobre o meio ambiente, o que impulsionará a ter mais respeito à prática de conservação do mesmo. Entre muitas práticas, foram realizadas caminhadas ecológicas pela comunidade.
3 “Busque o futuro sem esquecer das raízes” – Visa incentivar a pesquisa e a valorização do folclore brasileiro. Exposição de trabalhos realizados junto aos pais, professores e demais alunos.
4 “Criança cidadã” – Visa esclarecer aos alunos, seus direitos e deveres perante a sociedade, apresentando o estatuto da criança e do adolescente. Toda escola se mobilizou na confecção de cartazes valorizando a criança cidadã.
5 "Caixas de Vida" - Visando a descoberta da biografia do aluno.

Entre outros projetos que serão realizados no decorrer do ano letivo para um resultado satisfatório.


Considerações finais


Em busca de uma Educação de Excelência
É só acreditar...
Educar para transformar.

Cabe observar que o Conselho Escolar assume características marcantes na valorização educacional. Levando-nos a compreensão e garantia de uma educação eficaz no desenvolvimento de um trabalho sério por nossas escolas.
Enquanto pesquisadora, Diretora e professora, coloco-me na perspectiva apresentada neste contexto de ampliar, sistematizar e implantar, o Conselho Escolar em nosso município. Tal mudança só será possível, se estivermos empenhados em assumir o papel que nos cabe a uma reflexão educativa de qualidade.
Nas últimas décadas, muito se tem discutido sobre a qualidade no ensino. Muitas têm sido as causas apontadas para a crise que abate, principalmente, sobre a escola pública. Marcada pela seletividade que se manifesta no alto grau de reprovação e de evasão, esta escola tem sido alvo de inúmeros estudos visando contribuir para melhor compreensão dessa crise educacional, o Conselho Escolar na gestão democrática da educação pública, vem dar seu vital significado, mostrando como chegar a uma educação de qualidade. Assim, o Conselho Escolar mostra uma democracia participativa como critério para essas competências a partir do significado dos verbos usados, adotado-se:

Decidir – deliberar – aprovar – elaborar – opinar – discutir – participar – fiscalizar – acompanhar – supervisionar – apoiar – avaliar – promover – estimular...
Acreditar...

Sucesso de todos, compromisso da escola.


Esse sucesso é uma construção, depende da participação de toda equipe escolar. E, sobretudo da atuação de suas lideranças. “O Gestor”, os gestores precisam trabalhar com os educadores, a concepção de escola que desejam implementar e, de acordo com essa concepção, como se definirá o projeto pedagógico da escola e a prática de seus educadores, de maneira a promover a aprendizagem contínua dos educandos.
Compete aos líderes também discutir e implementar formas de avaliação, não só para cumprir exigências legais como para responder à necessidade que cada escola tem de obter um diagnóstico de sua atuação, para que possa reforçar seus pontos fortes e corrigir seus rumos, quando necessário.
Ao refletirmos sobre a Educação que se faz no interior das nossas escolas, não podemos deixar de abordar a questão do movimento, dos encontros e desencontros do ser e até do não ser. A escola, como espaço de utopia, de prazer, e de abertura para o mundo mais humanizado, é o nosso grande desafio a ser superado no cotidiano das escolas.
A partir do “envolvimento” de todos nós educadores, que acreditamos e agimos em busca da construção do conhecimento de forma lúdica, verdadeiramente significativa.
A escola deve ser esse espaço feliz, de encontro ao amadurecimento cognitivo, social e afetivo.
Nessa troca contínua é que se vivencia uma educação pautada em valores para dra sentido à vida, de forma responsável, oportunizando o crescimento das dimensões humanas que estão diretamente ligadas á qualidade de vida e de educação para o exercício pleno deste sujeito ético que, estando em permanente formação, na forma de ver, pensar e acreditar em uma educação de qualidade.


Ficha técnica da Escola Sistematizada

Apoio e fundamentação Teórica do Programa Nacional de fortalecimento dos Conselhos Escolares.

Escola: Escola Municipal Amauri Ferreira.

1- Situada na Rua Adalgisa Lemos, S/N – Vila Geni - RJ.
2- Nome do Diretor: Erigleide da Costa Barros Melo.
3- Número de funcionários:
a)- 27 Professores.
b)- 24 Outros servidores.

4- Número de alunos matriculados – 377 (trezentos e setenta e sete).
5- Número de turnos – 2 (dois).
6- Níveis e modalidades escolares: Educação Infantil – 1º Segmento do Ensino Fundamental.
7- Criada em 01/03/1982.
8- Razão do nome da entidade – homenagem a um ilustre morador de Coroa Grande – Amauri Ferreira.

Educar para transformar.
É só acreditar...


A escola está vivenciando um novo momento, onde Equipe Pedagógica e demais funcionários estão totalmente interligados com a comunidade, objetivando obter uma escola melhor. Escola em que o compromisso está aliado ao prazer e ao bem estar de todos.

Por: Erigleide da Costa Barros Melo – Diretora DA UE


Nosso Lema é: “Não se dá o peixe, ensina-se a pescar.”




2 comentários:

Unknown disse...

NOSSA ESTOU TAÕ EMOCIONADA DE REVER PESSOAS E LUGAR QUE MARCOU A MINHA VIDA FOI ESTA ESCOLAS E TODOS QUE NELAS TRABALHAM COMO AW PROFESSORA CARLA E EDIR MINHA FILHA LAVINIA ESTUDOU AI EM 2009 , SÓ TENHO A AGRADECER , SE PUDESSE VOLTARIA HOJE MESMO AQUI NO ESPIRITO SANTO E HORRIVEL PARABENS.............. ENTE EM CONTATO COMIGO NO MEU ORKUT PASSE PARA A CARLA POR FAVOR SE PUDEREM ESSA MENSAGEM 027 8176 5990 CÉLIA

Unknown disse...

NOSSA ESTOU TAÕ EMOCIONADA DE REVER PESSOAS E LUGAR QUE MARCOU A MINHA VIDA FOI ESTA ESCOLAS E TODOS QUE NELAS TRABALHAM COMO AW PROFESSORA CARLA E EDIR MINHA FILHA LAVINIA ESTUDOU AI EM 2009 , SÓ TENHO A AGRADECER , SE PUDESSE VOLTARIA HOJE MESMO AQUI NO ESPIRITO SANTO E HORRIVEL PARABENS.............. ENTE EM CONTATO COMIGO NO MEU ORKUT PASSE PARA A CARLA POR FAVOR SE PUDEREM ESSA MENSAGEM 027 8176 5990 CÉLIA